quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Flerte Fatal

Agora sim! Vou falar do que é interesse de todos, independentemente de idade, sexo, cor, credo ou classe social! Me sinto muito à vontade, talvez seja um dos assuntos que eu mais domine... é isso aê, garotão! Não, não estou pagando de gostoso, tudo se explica na minha extroversão e sinceridade para quebrar os paradigmas (essa palavra é muito boa!), tabus, transgredir (essa também!) os escrúpulos e pudores, enfim, toda essa hipocrisia que a gente já conhece e a minoria admite - e nesse parágrafo eu me superei no uso de palavras legais.

Então, vamos ao que interessa: o flerte (Fatal foi só um alusão a uma música do Ira!). Tamo aí, na atividade, na efusão da taxa de hormônios sexuais que vão dizer o que realmente somos e somos sexo e 700 bpm. Quem não pensa nisso o dia inteiro tá mentindo! E não somos pervertidos por isso, pois sexo não é só sexo, é sexo também, entende? É bem por aí, nossas frustações, nossas tristezas, carências, piadas, risadas, estão ligadas a ele.

Eu, por exemplo, estou aqui postando e pensando em sexo. Eu fiz esse fotolog pensando em sexo e o meu Lado "Oposto" também e não sou um pervertido por isso. Espero que nesse parágrafo vocês, imbecis como eu, como você, como todo mundo (ô trocadilho passado com o verbo comer e a preposição como...) estejam tendo uma visão mais ampla do sexo. A parada não é só ficar de quatrom de ladinho e tudo mais que a gente já conhece. E, não, eu não esqueci do flerte, é dele que eu tô falando, e adivinha do que ele faz parte... sexo! Isso mesmo! Acho que agora dá (dá mesmo? deu direitinho? tá, vou tentar parar hahaha) pra entender (ou você entendeu sem dar?)...

Em meus dois blogs eu tive a honra de comentários de moças inteligentes e outras nem tanto, mas faz parte; e com estas procurei dividir algum conteúdo, não tão sexualmente, mas acho que intimidei algumas com minha inocência sexualmente madura! É totalmente excelente. Olha, eu venho, faço o blog, posto peripércias elegantes, que chamam tanta atenção quanto eu e vem uma moças bonitas e com cérebro de fazer sutis elogios, é óbvio que vou querer interagir e isso é suavemente sexual. Só que tipo assim, uma vez uma moça deve ter achado que eu queria substituir o namorado dela, aí já é sexual demais!

Vale lembrar também minhas amigas, as mulheres da minha vida... Amo-as tanto e não faço sexo com elas, mas é sexual, elas me dão carinhos, fraternos, mas são carinhos e femininos. Amigo de mulher não é cabelereiro e nem veado, pelo menos não obrigatoriamente. Eu lembro que eu tava namorando e ainda assim tive liberdade para conhecer várias moças, e fiquei bastante amigo de uma e comentei com ela que era muito boa a sensação de liberdade que eu tinha naquela época, mesmo de férias da promiscuidade, eu continuava a flertar e não estava traindo a minha namorada, não naquela época (porra, todo mundo acaba fazendo isso um dia)... e aquela conversa foi maravilhosa, como todas eram e essa se tornou amicíssima. Tudo bem, se você tá se perguntando aí, peguei, mas não foi a primeira intenção e se não se perguntou, foda-se falei mermo!

Vamos todos concordar numa só voz: flertar é o que há. Desde conquistar aquela moça atraente num bar, pub, boate, festa, churrasco, missa, culto, velório, praia, restaurante, praça de alimentação ou sala de espera de hospital (sim, eu já conheci uma moça linda enquanto eu tomava soro) até simplesmente fazer uma amizade, toda conquista pessoal é prazerosa e quando está entre seres humanos entre os sexos atraentes, podemos chamar de flerte.

Vai dizer que você nunca ficou com alguém que "nunca" imaginou?
Viu, se você é tão "maluco" quanto eu acho que és normal. (pelo menos acreditar nisso é um ótimo sinal de otimismo)

Estava com saudade, espero que mais curiosos e curiosas me visitem, fico feliz e por isso serei até mais delicado na minha despedida.

Beijo, galera!
Flertem!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O fim de ano começou

Estou em um perfeito momento para dissertar. Um estado de suave embriaguez não me tira a lucidez, ao contrário, ele me motiva. Acabo eu de chegar em casa, em uma véspera de feriado local, aniversário da cidade de Cabo Frio, depois de inúmeras situações inesperadas e uma mais honrosa que a outra.

Estranho, parece ser a primeira vez que falo sério, mas é engano seu, tudo que eu falo é sério, mas fazer o que se neguinho não agredita? Coitado do neguinho, mas ele é foda. Tudo é ele... Mas enfim, assim como um mestre a pouco proferiu, não querei falar da minoria (ou, às vezes, infelizmente, maioria) que deixa de participar e sim dar o devido agradecimento àquelas pessoas que se protram presentes.

Fui chamado para uma simplória confraternização que seria o símbolo de uma campanha solidária para o natal, e, enquanto muitos bebiam tematicamente, um pensou em tocar a todos. Dentro de todo clichê, em que um líder assume o microfone e fala o que todo mundo já era estar cansado de ouvir, um alguém muito especial é capaz de surpreender e o nome dele é Cabral.

Em um simples discurso, transgredindo normas e ratificando com lapidez tudo que já existe em nossa atmosfera de altruísmo, conseguiu inerir todos ao pensar. E todo fim de ano isso parece ser geral, todos pensam, poucos tentam, mas as temáticas estão sempre presentes, isso é só o mínimo.

Queria concluir, sendo egoísta, que tive um prazer novo, este que vai além do prazer de ter um mestre, um bom mestre. É a satisfação de saber que as palavras mais honrosas que você escuta tu tens tentado pôr em prática e isso é inenarrável!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Show!

Ontem eu fiz o show de reestréia, tipo segunda vez que eu toco nesse ano. Meio estranho ter que confessar que nunca fiquei tão nervoso, visto que o show antes desse foi no Cabo Frio Rock 2008, ao lado de nomes como: Charlie Brown Jr., Pitty e O Rappa. Teve também bandas locais, mas essas são de amigos e não faz aumentar o nervosismo, mas merecem ser lembrados. O Tô na Vibe, evento que ocorrera ontem, algo surreal, minhas pernas tremeram como nunca, mas acho que foi até bom. Foi posta a prova minha simpatia e pelo visto meus meses de ida ao psiquiatra deram resultado. Ando controlando bem a paciência.

Agora, uma coisa que vale muito a pena ser destacada é a imbecilidade das fãs, desculpem-me, mas fã é um bicho muito louco. Hoje em dia a racionalidade já não é muito comum e nesses momentos de exaltação ainda são deixadas de dado, imaigna! Como sempre, dei boas risadas ao lado dos Catch Side, o grande Zoreba e outros do rock.

Quando elas vão aprender que o choro até comove um pouco, mas o histerismo não? Pode chegar junto, dar beijo, abraço, foto, autógrafo, conversar e coisas respeitosas! Eu sei que nunca cheguei a ter gente na porta da minha casa (mas no estúdio sim, já é um avanço!) esperando pra me ver, ainda não tive a vida muito incomodada pelos exageros da tietagem. Lido cada vez melhor com o pouco que tem e, sinceramente, espero que cresça mais, até porque é reflexo do sucesso.

Eu já acho um saco esses exageros(os exageros!), agora imagina quem convive com isso 3 dias da semana pelo menos? É perfeitamente compreensível, porque sem foram os fãs que fizeram o artista crescer, aquela história toda... Mas é isso, uma vida dedicada a um trabalho, milhões de coisas são toleradas e depois vem vagabundo te chamar de estrela e falar que o sucesso subiu tua cabeça.

Cabaços, por hoje é só!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Gravitação de Galileu

É, tudo que rima com "eu" pro Malheiros, meu lendário professor de biologia I que em breve terá um post aqui, vira lei de Galileu.

E hoje eu vi que depois o escroto sou eu! (viu, rima com Galileu.).

Bixo (sim, eu escrevo com "x" sempre que estiver no papel de vocativo), sou um jovem superbacana, e estou começando a entubar essa história de ser famoso. Vivo numa cidade do interior do rio de janeiro que não tem nem 200 mil habitantes edevivo a segregação sócio-especial agravada pelos nossos queridíssimos poderosos, suponho que eu permeie um círculo social de não mais de 5 mil pessoas, visto que já toquei (é toquei, tenho uma banda, depois falo dela com mais carinho) pra mais de 10 mil, pode ser realmente difícil não me conhecer.

Vou tocar daqui a 10 dias e andei meses no anonimato, andando despercebido pelas ruas, sabendo que muitos me olhavam e sabiam quem eu era, e me achavam desinteressante. Hoje, em 3 saídas de escolas, divulgando o evento junto aos produtores, eu percebi a mutabilidade da galera. Mais que prazer que as pessoas tem de falar meu nome, é shark pra lá, shark pra cá, e cada assunto imbecil que está estampado na testa "quero uma desculpa pra falar com você".

Muitos já me chamaram de pop e eu sempre levei na brincadeira, mas depois de mais de um ano sem conhecer uma pessoa nessa cidade que não tenha ouvido falar em mim. Eu posso falar que isso tudo é um saco, mas tava morrendo de saudade.

Fede pra danar, mas é gostoso.

Agora, voltando a gravitação de Galileu, porra, depois o escroto sou eu... Nego vai me pegar de mau humor e não vai dar certo. As pessoas orbitam em volta daqueles que parecem ter poder e se não souber lidar com isso, realmente, será um saco e você se sentirá mal. Por isso agora tenho tudo como motivos pra dar risadas. Esses meses no anonimato infanto-junvenil-cabofriense me fizeram muito bem.

Não, eu não me acho famoso e nem superior a ninguém, mas é inevitável não reparar certas coisas desse nosso rock tão peculiar, e sobre ser famoso, negaria, mas tenho vejo cada coisa... Tenho certeza que em um mês muita dos que passaram por mim sem falar vão querer arriscar um "coé, moleque!" "e aí, tudo bem?", imagina o dia que eu assinar com uma gravadora?

Lançarei um Best-seller!

Abraço, mulambada.

Má oeeee!

Ê mania escrota de imitar o Silvio Santos (saibam vocês que deveria ter acento esse nome, paroxítono terminado em ditongo!) todo mundo tenta, mas é uma desgaraça. Poucos tem o dom de imitar. Falando em dom, eu acho que eu me dou bem com essas porra de escrita, assim, do meu jeito... Eu olho qualquer parada e começo a viajar sóbrio na maioria das vezes.

E eu tenho problema pra manter um assunto, falo demais! Mas é isso, Bem-vindo, imbecil! Este é meu blog e não se sinta ofendido. Todos são motivos de piadas, risos, chacotas et caetera e tal (sim, eu gosto de gastar de conhecimendo dentro da língua luso-brasileira, e, sim, eu sei que isso é latim).

A beleza não está nos olhos de quem vê? A bizarrice também!