Estou em um perfeito momento para dissertar. Um estado de suave embriaguez não me tira a lucidez, ao contrário, ele me motiva. Acabo eu de chegar em casa, em uma véspera de feriado local, aniversário da cidade de Cabo Frio, depois de inúmeras situações inesperadas e uma mais honrosa que a outra.
Estranho, parece ser a primeira vez que falo sério, mas é engano seu, tudo que eu falo é sério, mas fazer o que se neguinho não agredita? Coitado do neguinho, mas ele é foda. Tudo é ele... Mas enfim, assim como um mestre a pouco proferiu, não querei falar da minoria (ou, às vezes, infelizmente, maioria) que deixa de participar e sim dar o devido agradecimento àquelas pessoas que se protram presentes.
Fui chamado para uma simplória confraternização que seria o símbolo de uma campanha solidária para o natal, e, enquanto muitos bebiam tematicamente, um pensou em tocar a todos. Dentro de todo clichê, em que um líder assume o microfone e fala o que todo mundo já era estar cansado de ouvir, um alguém muito especial é capaz de surpreender e o nome dele é Cabral.
Em um simples discurso, transgredindo normas e ratificando com lapidez tudo que já existe em nossa atmosfera de altruísmo, conseguiu inerir todos ao pensar. E todo fim de ano isso parece ser geral, todos pensam, poucos tentam, mas as temáticas estão sempre presentes, isso é só o mínimo.
Queria concluir, sendo egoísta, que tive um prazer novo, este que vai além do prazer de ter um mestre, um bom mestre. É a satisfação de saber que as palavras mais honrosas que você escuta tu tens tentado pôr em prática e isso é inenarrável!
Estranho, parece ser a primeira vez que falo sério, mas é engano seu, tudo que eu falo é sério, mas fazer o que se neguinho não agredita? Coitado do neguinho, mas ele é foda. Tudo é ele... Mas enfim, assim como um mestre a pouco proferiu, não querei falar da minoria (ou, às vezes, infelizmente, maioria) que deixa de participar e sim dar o devido agradecimento àquelas pessoas que se protram presentes.
Fui chamado para uma simplória confraternização que seria o símbolo de uma campanha solidária para o natal, e, enquanto muitos bebiam tematicamente, um pensou em tocar a todos. Dentro de todo clichê, em que um líder assume o microfone e fala o que todo mundo já era estar cansado de ouvir, um alguém muito especial é capaz de surpreender e o nome dele é Cabral.
Em um simples discurso, transgredindo normas e ratificando com lapidez tudo que já existe em nossa atmosfera de altruísmo, conseguiu inerir todos ao pensar. E todo fim de ano isso parece ser geral, todos pensam, poucos tentam, mas as temáticas estão sempre presentes, isso é só o mínimo.
Queria concluir, sendo egoísta, que tive um prazer novo, este que vai além do prazer de ter um mestre, um bom mestre. É a satisfação de saber que as palavras mais honrosas que você escuta tu tens tentado pôr em prática e isso é inenarrável!

2 comentários:
Achei seu blog pelo o do Zoreba...
Gostei do post e do blog por inteiro!!
;)
Bom fds!!!
bjuh!
Grata pelo comentário..
Hoje olhei com mais cuidado seu perfil... és de Cabo Frio!!
Estive aí no feriado!
=p
lindo lugar!!!
sorte sua morar por aí!
bjuh!
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