sábado, 28 de fevereiro de 2009

Serumano

Antes de qualquer coisa, como sempre, ou como às vezes, gostaria de saudá-los, então: Olá!

Saudação feita.

Mas antes, uma nota: reparem que isso é de característica minha, tender a naturalidade, mesmo que via internet. Quero trazê-los pra mais perto, pra realidade, quando vocês olham essa tela que tanto te irrita, mas você insiste em queimar tua retina nela, dia a dia, na esperança de que algo de bom aconteça, e na maioria das vezes é tortura e tédio, mas ainda assim, pode valer muito a pena. E como eu falei no início: naturalidade; essa é a explicação de eu fazer uma introdução para aproximar, com um monólogo em que você escutaria o que eu quero dizer, o porquê de eu escrever esse texto, para depois você se deparar um discurso propriamente dito, em que você contemplaria... deu pra ver a diferença?

Homens e mulheres são tão iguais, tão diferente, tão seres humanos, tão... assim. Não é novidade nada do que você viver, já se deu conta disso? Com certeza antes de você tomar teu primeiro chifre, alguém já havia tomado há tempos; antes de tu broxar, o viagra já era a droga mais conhecida do mundo; antes de você, mulher, dar adoidada, marilena já quase tinha sido apedrejada, sorte que todo mundo já tinha pecado, se eu tivesse lá, ela estaria na merda.

Quando você estiver apaixonado por alguém, esse alguém já terá até se decepcionado. É praticamente uma Lei de Murphy, sempre que você estiver enamorado, irá esbarrar no passado de outro e assim que o mundo tem girado. Ah, e, de quebra, você também pode tropeçar no teu próprio passado que é normalíssimo, mas mesmo assim te zurze. E com isso tudo a gente vai vivendo e percebendo as tendências dos bichos animais chamados seres humanos que a gente também chama de tubarão, xuxu (recuso-me a escrever com "ch" fica muito feio), amor, benzinho, etc e tal, mas eu não quero falar de alcunhas e sim do que se aproxima à índole.

Essas tendências devem ser entendidas, estão expostas de tamanha forma que não podemos ver, chamaria, agora, de hipermetropia ou para meu querido afroamigo, o blazer, menos conhecido como Sérgio Reis, diria que é um objeto grande pra caralho, a uma pequena distância e tentado ser focado por uma 400mm. Parece que não, mas é disso que eu queria (quero) falar. De óptica, lentes, olho e, objetivamente, VISÃO. Já reparaste a hipermetropia de espírito? não enxergar os está bem exposto aos nosso olhar. Talvez isso já tenha tido caso com muitas míopes! (Que bom, acabei de aliviar um pouco minha sensação de feiura, mas só um pouco.).

Há quem diga que a palavra homem não combina com fidelidade, monogamia, mas rima com libertinagem e putaria. "Homem não presta", "mulher é maluca". Sendo homem posso afirmar que existem representântes do sexo de boa índoles e tendo me envolvido intensamente com algumas mulheres, incluindo amigas (não, não estou falando de sexo), eu posso dizer que também não são tão malucas assim, só tem um sério problema de visão, abusam do direito e nem os charmosos óculos citados por Roberto Carlos que não é rei de porra nenhuma, são capazes de fazê-las melhorar, apenas as deixa mais atraentes mesmo e é aí que mora o perigo!

Homens têm um jeito prático e sincero de agir e são malentendidos, mas também usam essa objetiviade masculina para articular meios de sair pela tangente, simplificando e traçando ma linha reta em direção à solução od problema. A mulher já não sabe dizer o que quer, e o homem por ser objetivo, tenta confiar nas palavras, exemplo:

Enquanto ela se exauta proferindo:

- Cala a boca, Homem! Como é que você pode ser capaz disso?

Vamos observar: primeiramente, ela mandou o homem calar a boca e logo em seguida fez uma pergunta, seria totalmente contraditório, mas vindo da costela de adão, a gente se rende e ainda acha charmoso e damos continuidade à história, assim:

- ...

E passam-se segundos que pra ela são horas:

- E você ainda não fala comigo? É assim que você quer resolver as coisas?

Agora é a vez de o homem provocar com aquela voz de cachorro manso em tom bemol de ironia:

- Mas... amor, você disse pra eu calar a boca - e assim ele sorri.

Então, o resto da história não se pode prefer com exatidão, porque é aí que entram as peculiaridades desses seres que conseguem, mesmo com tudo, ser admiráveis. Então, aplique isso em algum momento teu, e sabe qual será o melhor de tudo? Você dará um belo sorriso vendo que um sofrimento passado ou um simples passado foi bom e normal. Que não havia maldade e sim falta de maturidade, falta do que sempre faltará para todos. E o mais curioso vai ser que com essa pequena exposição de traços comuns entre os sexos, que são resultado de ação de hormônios liberados pós-pulberdade, você não vai se lembrar tão bem do possível ensinamento porque, logicamente, quando se deparar com uma situação semelhantemente intensa, serão teus hormônios que vão te controlar, sim, você mó marionetezinha.

Enfim, eu digo que, com calma, eu rio disso tudo, sinto-me muito feliz e amo ainda mais poder respirar e usurfruir de todos meus sentidos. Que honra. Sou capaz de viver as experiências mais sublimes e exdrúxulas que qualquer ser vivo. Afinal, quem que voa sem tirar os pés do chão? Quem pisa e não sente o chão? Quem viajaria um continente para achar o perceiro? Quem mais seria capaz de entregar o bem mais precioso pra alguém que não pertencera à tua árvore genealófica?
Orgulhe-se e não deixe de ser humano, nunca.

3 comentários:

Blazer disse...

sem comentarios... simplismente perfeito!

D! disse...

Homos sapiens, tão sem vergonhas! Não que eu seja um ET, mas que nós somos, somos!

Anne Seixas disse...

Seus textos me encantam.
Uma peculiaridade incrível! hahah Seria capaz de reconhecer sem qualquer assinatura!
beeeijo meu bem